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Mostrando postagens de junho, 2017

Estudando Para o Enem

As frutas que antes se comprovam por dúzia, hoje em dia, podem ser comprada por quilogramas,  existindo também a variação dos preços de acordo com a época de produção. Considere que, independente da época ou variação de preço, certa fruta custa R$: 1,75 o quilograma. Dos gráficos aseguir o que representa o preço m pagos em real pela compra de n Quilogramas desse produto é Dicas: Tirando Dúvidas repare que Se n = 0; m = 0 Se n = 1; m = 1,75 Se n = 2; m = 3,5 Se n = 3; m = 5,25 ( ...) Dicas quase lá! O preço m pago , em reais pela compra de n Quilo do produto é m = 1,75n Dicas para acertar Está é a função cujo o gráfico e uma reta e passa pela origem contendo o ponto ( 1,1,75 ). Alternativa correta E.

Estudando e Compreendendo o Ciclo da Borracha na Amazônia

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O  Ciclo da Borracha  começou pouco depois da primeira  Revolução Industrial , no fim do século XVIII. Com ela, esta matéria prima passou a ser empregada em uma série de produtos. Indústrias de máquinas e equipamentos e outras de bens de consumo sempre usaram a borracha como um dos componentes de seus produtos. Durante esse Ciclo (1830 – 1860), a Amazônia recebeu uma grande leva de nordestinos, principalmente do estado do Ceará, que sofria as consequências das secas. Eles foram trabalhar na extração do  látex  e acabaram ajudando na composição demográfica da região, pouco povoada na época. A atividade que exerciam tinha características de trabalho escravo. Já chegavam ao seringal devendo ao Barão da Borracha as despesas da viagem. Viviam nas propriedades e tudo aquilo que consumiam e usavam era fornecido e cobrado pela estrutura do seringal. Com isso, endividavam-se e não conseguiam sair dali. Os seringueiros adotavam técnicas indígenas de extração da seiva das ...

Paysandu de São José dos Campos: um time que se inspira na história do maior do Norte

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Rica em títulos, conquistas, partidas marcantes e grandes ídolos ao longo dos seus 103 anos de existência, a vitoriosa história do Paysandu Sport Club é apaixonante e encantadora. Além de contagiar a sua fiel torcida em todas as modalidades esportivas, o clube também é capaz de ganhar admiradores em outras regiões fora do Norte do Brasil, como no interior do estado de São Paulo. Lá, um grupo de peladeiros decidiu se unir, há 12 anos, para fundar o Paysandu de São José dos Campos, um time de futebol amador que encontrou no Papão da Curuzu a sua maior fonte de inspiração. Criado em 2005 pelo atual presidente José Conceição, o Paysandu de São Paulo não possui nenhum paraense em seu grupo de jogadores e diretores. O time inteiro é formado por pessoas que, de longe, apreciam a trajetória centenária bicolor. “A gente não precisava da força dos times do Sudeste, a gente precisava da inspiração do maior do Norte. Para se admirar um time não existe fronteira”, conta Weverson Vieira de Sousa, q...